Desmantelamos o movimento
sob a alçada dos dias.
Ultrapassamo-nos,
e eis que a paisagem se desfoca,
eis que somos desalinho
agarrados a um passado
que nos não pertence;
chama-se estabelecimento,
precursor desfalecido pelo Cemitério do Tudo,
e nós, seus cúmplices,
revisitamos meramente,
a virtude transmudada em erro,
excepção ao vazio pessoal, meramente,
ao invés de própria
na pragmática da regeneração real e entre outros.
Tela invertida,
pois vista à memória espelhada,
só mais uma acepção dos conceitos de mim
deturpada pela emoção,
antecipando-se o resguardo
que de tais modos se disfarça.
Outro ensaio,
complexidades derivadas da simplificação
de nos perdermos aos dias vagos...
Não aceitação.